O Sabadou com Virginia deste sábado, 5 de abril, traz surpresa emocionante para a apresentadora Virginia Fonseca.
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Além dos já conhecidos quadros “Se Beber Não Fale” e “Missão Secreta”, o programa reserva um momento que promete emocionar Virginia em razão do seu aniversário. No domingo (6) a influenciadora vai completar 26 anos.
No palco, Veigh compartilha detalhes de sua trajetória na música, Victor Sarro relembra sua jornada no stand-up, e Aline Campos fala sobre os desafios enfrentados como artista e sua relação com a dança e o entretenimento.
Já no bate-papo com os convidados, não faltam histórias marcantes. Veigh relembra os desafios do início da carreira até a conquista de sua própria gravadora: “Tínhamos um sonho, eu e meu produtor, de criar nossa própria gravadora. Saímos de um quartinho onde gravávamos nossas músicas e, hoje, temos um prédio de quatro andares, com quatro estúdios. É algo que jamais imaginaria que aconteceria na minha vida. Morava na Cohab, meu bairro, uma quebrada cheia de prédios, e agora tenho um prédio de quatro andares para mim. É uma parada muito louca!”
A Praça é Nossa e The Noite garantem a vice-liderança
O cantor também explica os motivos por trás do título de seu mais recente álbum, “Eu Venci o Mundo”: “Sou um cara da noite, mas não costumo fazer as coisas da noite. Não bebo, não uso drogas, não saio na loucura com a mulherada, coisas que acontecem muito no meu meio… Canto sobre várias coisas que vivencio ao meu redor, mas nem por isso faço.”
“Também queria trazer um pouco do mundo para a rapaziada que não tem a oportunidade de viajar. A galera da minha quebrada mesmo. Estou gravando alguns clipes em lugares diferentes. O último e o primeiro que lançamos foram gravados em Mônaco, para que a rapaziada que ainda não teve essa chance possa sonhar e entender que é possível sair de onde eu vim e conquistar tudo isso”, acrescenta.
Aline Campos também abre o coração ao relembrar os diversos trabalhos que teve antes da fama. “Já trabalhei como garçonete, mas minha primeira profissão foi como vendedora de shopping. Também fui freelancer de dança, ring girl, fiz eventos… Muita coisa.”
Ela também fala sobre sua relação com os estudos e a dança: “Fiz três faculdades e não terminei nenhuma: Moda, Educação Física e Administração. Hoje, de alguma forma, uso as três, mas não concluí nenhuma. Quando saí do balé, queria ser uma pessoa normal, mas percebi que precisava voltar para a arte. Comecei a trabalhar com dança em festas, casas noturnas e tudo o que surgia. Fiz participações em novelas, figurações, tive meu filho, fiz vários testes para o balé do Faustão, e cheguei aonde vocês já sabem.”
Sobre a febre das coreografias no TikTok, Aline revela por que não entrou nessa onda. “É uma dança difícil para os bailarinos. Quase não fiz coreografias, não por preconceito, mas porque olhava e dizia: ‘Não estou conseguindo’. Claro, algumas meninas cresceram e viraram adolescentes fazendo as dancinhas do TikTok, e já eram bailarinas, então arrasam. Mas quem é mais velho sente dificuldade”, explica.
Já Victor Sarro compartilha momentos de sua trajetória e como deu os primeiros passos no humor: “Com 15 anos, eu era malabarista de sinal. Um dia, uma mulher passou, me deu um cartão e disse: ‘Eu sempre passo por aqui e você é muito simpático. Vou mudar a sua vida’. Ela me contratou para ser garçom no Habib’s, me tirou da rua. De lá, me inscrevi em um concurso de comédia na Record, no programa da Ana Hickmann. O prêmio era de 40 mil reais e uma moto. Ganhei o concurso, fui conhecendo o pessoal, entrei na TV, e desde então nunca parei.”
O humorista ainda revela sua paixão por axé e pagodão baiano: “Gosto muito de axé, do pagodão baiano. Para você ter uma noção, conheci o Xanddy, do Harmonia do Samba, e fiquei viciado nesse cara. Tudo o que eu quero fazer, quero que ele vá junto. Casei e eles tocaram no meu casamento”, finaliza.