Assassina de Selena Quintanilla tem liberdade condicional negada nos EUA

Assassina de Selena Quintanilla tem liberdade condicional negada nos EUA


Nova revisão do caso será em 2030; Yolanda Saldívar teve a possibilidade de sair da cadeia após quase 30 anos de detenção e havia iniciado o processo

O Conselho de Perdão e Liberdade Condicional do Texas negou, na última quinta-feira (27/3), o pedido de liberdade condicional de Yolanda Saldívar, condenada à prisão perpétua em 1995 pelo assassinato da cantora Selena Quintanilla, que tinha 23 anos.

Saldívar teve a possibilidade de sair da cadeia após quase 30 anos de detenção e havia iniciado o processo. No entanto, o Conselho rejeitou seu pedido e determinou que seu caso só será reavaliado em março de 2030.

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Yolanda Saldívar, assassina de Selena Quintanilla

Yolanda Saldívar, assassina de Selena Quintanilla

Selena Quintanilla

Selena Quintanilla

Selena Quintanilla

Selena Quintanilla

Assassina de Selena Quintanilla espera por condicional: 'Pronta para sai / Reprodução: Mediapunch / Shutterstock

Assassina de Selena Quintanilla espera por condicional: ‘Pronta para sai / Reprodução: Mediapunch / Shutterstock

Reprodução

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Em comunicado, a instituição justificou a decisão com base na gravidade do crime e em outros fatores analisados pelo Conselho.

“O registro indica que o crime pelo qual ela foi condenada envolve brutalidade, violência, comportamento agressivo ou um ataque deliberado à vulnerabilidade da vítima, demonstrando um desrespeito consciente pela vida, segurança ou propriedade de terceiros. Por isso, a infratora continua representando uma ameaça à segurança pública”, declarou o Conselho.

Selena Quintanilla alcançou fama internacional ainda jovem, mas sua trajetória foi interrompida tragicamente em 31 de março de 1995. Naquele dia, Yolanda Saldívar, então presidente de seu fã-clube e gerente de suas butiques, atirou nela em um motel em Corpus Christi, no Texas. Mesmo ferida, Selena conseguiu chegar à recepção do local para pedir ajuda, mas não resistiu à grande perda de sangue e morreu no hospital.

O julgamento de Saldívar ocorreu em outubro de 1995, em Houston. A promotoria demonstrou que o disparo foi intencional e aconteceu depois que Selena confrontou Saldívar sobre irregularidades financeiras nas butiques.

A defesa alegou que o tiro foi acidental, mas provas forenses desmentiram essa versão. O júri levou menos de três horas para condená-la à prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional após 30 anos.

A decisão de negar sua libertação foi bem recebida pela família e pelos fãs da cantora. O pai de Selena, Abraham Quintanilla, declarou: “Não há arrependimento que possa trazer Selena de volta para nós”.



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