Padilha também anunciou uma iniciativa em conjunto com o ministro da Educação, que visa promover uma campanha de saúde nas escolas, incentivando crianças e professores a se vacinarem

Nesta sexta-feira (4), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, abordou a questão dos movimentos antivacina, que têm se mostrado um obstáculo significativo para a imunização no Brasil. Ele apontou que essa resistência à vacinação é um dos legados negativos deixados pela pandemia de covid-19. Para enfrentar esse desafio, Padilha defendeu a criação de um movimento nacional que busque combater o negacionismo e facilitar o acesso às vacinas, especialmente com o início da campanha de vacinação contra a gripe. As declarações foram feitas durante a recondução ao cargo para um mandato de quatro anos do presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mario Moreira.
Para reverter essa situação, o ministro sugeriu a mobilização cultural como uma estratégia eficaz. “Tenho feito questão de falar com escolas de samba, com artistas que vão entrar com muito força na campanha da gripe”, afirmou. Além disso, Padilha anunciou uma iniciativa em conjunto com o ministro da Educação, Camilo Santana, que visa promover uma campanha de saúde nas escolas, incentivando tanto crianças quanto professores a se vacinarem.
Em relação à vacinação contra o sarampo, Padilha fez um alerta importante. Ele destacou que trabalhadores que interagem com turistas devem estar com a imunização em dia, devido ao risco de surtos importados da doença. O ministro citou casos recentes de sarampo registrados em São João do Meriti e Brasília, reforçando a urgência de uma resposta eficaz.

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Por fim, Padilha enfatizou a relevância de apoiar a Organização Mundial de Saúde (OMS) e convidou pesquisadores brasileiros a desenvolverem vacinas de RNA mensageiro, especialmente em um momento em que os recursos nos Estados Unidos estão sendo reduzidos. O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, também se manifestou sobre a intersecção entre saúde e segurança pública, destacando os efeitos que essas questões têm nas comunidades.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Nátaly Tenório