Alckmin diz que Brasil tem arcabouço jurídico para dar respostas aos EUA, mas prefere diálogo

Alckmin diz que Brasil tem arcabouço jurídico para dar respostas aos EUA, mas prefere diálogo


‘Os Estados Unidos não são nossos inimigos’, disse o vice-presidente, após participar de almoço com a diretoria do Instituto para o Desenvolvimento da Indústria em um restaurante na zona oeste da capital paulista

Cadu Gomes/VPRGeraldo Alckmin
Ele disse também que durante o almoço, além do tarifaço, outros temas foram discutidos

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (4), que o Brasil dispõe de um arcabouço jurídico que o respalda a dar respostas às controvérsias comerciais, mas que, no caso do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, a orientação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, é de que se busque uma solução pelo diálogo. “Os Estados Unidos não são nossos inimigos”, disse Alckmin, a jornalistas após participar de almoço com a diretoria do Instituto para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi) em um restaurante na zona oeste da capital paulista.

Ao ser perguntado se a taxação das importações brasileiras pelo governo norte-americano, de no mínimo 10%, está entre as mais baixas decorreu de reuniões que Alckmin teve com o secretário de Comércio Exterior dos Estados Unidos, Howard Lutnick, o vice-presidente não disse nem que sim, nem que não. Mas afirmou ter colocado, claramente, que o fato de que precisava ser levado em conta o fato de os Estados Unidos serem superavitários em relação ao Brasil, na balança comercial bilateral.

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“Coloquei para o secretário que temos que aproveitar as oportunidades que, no caso do SAF combustível que substituirá o querosene de aviação, só Brasil, Estados Unidos e Índia podem produzir”, disse Alckmin. Ele disse também que durante o almoço, além do tarifaço, outros temas foram discutidos – e citou a LCD, a reforma tributária, depreciação acelerada, o Mover (Mobilidade Verde), entre outros assuntos.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Fernando Dias





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