Modelo Carol Ribeiro detalha seu tratamento contra esclerose: “Escute seu corpo!”

Modelo Carol Ribeiro detalha seu tratamento contra esclerose: “Escute seu corpo!”


Diagnosticada em março de 2024, a modelo compartilha com os seguidores a rotina contra o avanço da doença

Nesta quinta-feira (3/4) a modelo Carol Ribeiro, 45 anos, usou suas redes sociais para esclarecer os detalhes do tratamento que vem fazendo desde o diagnóstico de esclerose múltipla.

Durante seu relato Carol também falou sobre como foi a descoberta da doença e aproveitou para alertar os seguidores acerca da importância de objetivar os sinais do corpo.

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Carol Ribeiro compartilha luta contra esclerose nas redes sociais

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Carol RibeiroReprodução / TNT

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Carol Ribeiro na TNTReprodução / TNT

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A modelo afirmou que não teve o cuidado de analisar os sinais ainda no início, em 2023, é que chegou a confundir os sintomas da esclerose com uma possível menopausa.

“O meu corpo deu uma parada geral, muito cansaço, muita tontura, visão turva e um caminhar mais lento […] Quando passava muito calor eu ficava enlouquecida, como se fossem sintomas da menopausa”, relata.

Além de enxergar uma possível menopausa, Carol também imaginou estar vivendo uma crise de burnout. Somente após o ginecologista encaminhar a modelo ao neurologista que os exames necessários foram feitos e o diagnóstico veio, em março de 2024. “Escutem antes desse corpo gritar”, enfatizou.

No vídeo publicado em suas redes a modelo também enaltece e agradece o cuidado e apoio do marido durante o processo de descoberta da esclerose e agora, durante o tratamento. “Ele passou a me acompanhar e observar sempre que podia […] Foi um ano de busca e entendimento de um novo funcionamento do meu corpo, mas estou muito bem e seguindo em frente com o tratamento escolhido por mim e pelo médico”, disse.

O tratamento adotado pela equipe médica da modelo se dá através de um imunomodulador, que devem ser tomados a cada seis meses. “São medicamentos que vem com o intuito de bloquear a progressão da doença, então o que eu tenho até hoje vai ser bloqueado, a partir daí tá tudo bem. Eu tenho minhas funções neurológicas mantidas e cognitivas também”, explica Carol.



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