Governo de São Paulo autoriza edital para privatização de 143 escolas públicas

Governo de São Paulo autoriza edital para privatização de 143 escolas públicas


Iniciativa, que faz parte do Programa de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP), abrange a reforma, operação e manutenção das instituições de ensino

Eduardo Matysiak/Futura Press/Estadão Conteúdo – 19/08/2020Vista de trás de uma sala de aula, com a lousa de frente para quem olha a imagem e um vão entre as carteiras, alinhadas lado a lado
Escolas públicas recebem autorização para serem privatizadas

O governo do estado de São Paulo anunciou a autorização para a publicação de um edital que visa a privatização da gestão de 143 escolas públicas. Essa iniciativa, que faz parte do Programa de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP), abrange a reforma, operação e manutenção das instituições de ensino. Felício Ramuth, vice-governador de São Paulo, informou que o leilão para a concessão das escolas está programado para ocorrer no segundo semestre de 2025. Ele ressaltou a necessidade urgente de reformas nas unidades, que atualmente enfrentam problemas estruturais. Os vencedores do leilão terão a responsabilidade de cuidar da manutenção, segurança, alimentação e conectividade das escolas.

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Essa medida de terceirização da gestão escolar integra a Parceria Pública Privada (PPP) de Novas Escolas, uma proposta do governo anterior, liderado por Tarcísio de Freitas. O objetivo é que a iniciativa privada assuma a administração de serviços que não estão diretamente relacionados ao ensino, permitindo que as escolas se concentrem em suas atividades pedagógicas. Entretanto, a concessão da gestão das escolas estaduais à iniciativa privada tem gerado controvérsias e levantado questões legais. Em 2022, o governo paulista já havia realizado dois leilões que resultaram na entrega de 33 escolas à iniciativa privada. Contudo, um juiz considerou esses leilões ilegais, levando à suspensão das licitações. O governo recorreu da decisão, e o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a continuidade do processo licitatório.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Sarah Paula





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