Taxa de desemprego no país ficou em 6,5%, um aumento em relação aos 6,2% do trimestre anterior, mas ainda abaixo dos 7,4% registrados no mesmo período do ano passado
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, no trimestre encerrado janeiro a taxa de informalidade no Brasil recuou para 38,3%, o que equivale a 39,5 milhões de trabalhadores. Essa redução é notável em comparação com o trimestre anterior, que registrou 38,9%, e também em relação ao mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 39%. O número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado caiu para 13,9 milhões. Por outro lado, a quantidade de empregados com carteira se manteve em 39,3 milhões.

Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!
A população ocupada totalizou 103 milhões, apresentando uma leve diminuição de 0,6% em relação ao trimestre anterior, mas um crescimento de 2,4% em comparação ao ano passado. A taxa de desemprego no país ficou em 6,5%, um aumento em relação aos 6,2% do trimestre anterior, mas ainda abaixo dos 7,4% registrados no mesmo período do ano passado. A população desocupada cresceu 5,3% em relação ao trimestre anterior, embora tenha apresentado uma queda de 13,1% na comparação anual. Analisando os setores, não houve crescimento em nenhum deles na comparação trimestral.
No entanto, a agricultura e a administração pública mostraram quedas significativas. Em contrapartida, na comparação anual, cinco setores, incluindo a indústria e o comércio, apresentaram crescimento.A população subutilizada, que inclui aqueles que gostariam de trabalhar mais, ficou em 18,1 milhões, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior e com uma redução de 11% em comparação ao ano passado. A população desalentada, que desistiu de procurar emprego, cresceu 4,8% no trimestre, mas teve uma queda de 10,9% em relação ao ano anterior.
O rendimento médio real dos trabalhadores alcançou R$ 3.343, marcando um aumento tanto em relação ao trimestre anterior quanto ao mesmo período do ano passado, sendo este o maior valor já registrado na série histórica. A massa de rendimento real habitual permaneceu estável no trimestre, mas cresceu 6,2% em comparação ao ano anterior.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira