Hamas e Israel trocarão 4 corpos de reféns por 602 prisioneiros

Hamas e Israel trocarão 4 corpos de reféns por 602 prisioneiros


Grupo extremista entregará 4 israelenses mortos; lista de palestinos libertados inclui mulheres e crianças

Hamas e Israel chegaram a um acordo para nova troca de reféns nesta 4ª feira (26.fev.2025). Serão 602 prisioneiros palestinos libertados em troca dos corpos de 4 israelenses mortos.

A troca deverá acontecer na 5ª feira (27.fev). Será supervisionada pelo Egito, um dos países mediadores do cessar-fogo, junto do Qatar

 

Os 602 prisioneiros palestinos deveriam ter sido entregues pelo governo israelense ao Hamas no sábado (22.fev), mas Israel decidiu atrasar a entrega em protesto contra o ‘tratamento cruel‘ imposto aos reféns pelo grupo extremista.

Os 602 prisioneiros palestinos deveriam ter sido entregues pelo governo israelense ao Hamas no sábado (22.fev), mas Israel decidiu atrasar a entrega em protesto contra o “tratamento cruel” imposto aos reféns pelo grupo extremista. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, classificou as cerimônias de entrega de reféns como “humilhantes“.

Em resposta, o Hamas classificou a atitude de Israel como uma “violação grave do acordo de paz”.

De acordo com a APNews, há, entre os prisioneiros palestinos, crianças e mulheres que estão detidas desde o ataque de 7 de outubro de 2023.

A troca faria parte das metas da 1ª fase do acordo de paz. O Hamas se comprometeu a entregar 33 reféns, mortos ou vivos. No sábado (22.fev), libertou os últimos 6 reféns com vida. Em contrapartida, com os 602 prisioneiros que serão libertados, Israel chega a cerca de 2.000 palestinos soltos como parte do acordo.

Agora, faltam 2 partes do cessar-fogo. A 2ª fase, que estava prevista para iniciar em 3 de fevereiro, deve incluir novas trocas de reféns e prisioneiros, além da retirada de tropas israelenses do território palestino. Depende de negociações entre Hamas e Israel.

Já a 3ª fase deve englobar a devolução dos corpos das vítimas e o início da reconstrução da Faixa de Gaza. Esse processo será monitorado por Egito e Qatar –mediadores no conflito– e pela ONU (Organização das Nações Unidas).





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