Blake Lively chama revista de ‘sexista’ por ilustração de conflito com Justin Bandoni

Blake Lively chama revista de ‘sexista’ por ilustração de conflito com Justin Bandoni



A revista “The Hollywood Reporter” foi criticada por Blake Lively e sua equipe legal por causa da capa de uma edição online sobre a briga da atriz com o ator e diretor de “É Assim que Acaba”, Justin Baldoni. Na reportagem, a publicação, que abordava a influência da fé Baha’i de Baldoni no ambiente de trabalho durante as filmagens, gerou controvérsia pela representação visual do conflito.

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A capa que irritou Blake mostrava uma ilustração dela e Baldoni, onde ela aparece prestes a atacar o ator com um estilingue e um celular, enquanto ele segura uma cópia do livro “É Assim que Acaba”. A imagem também incluía referências à participação de Ryan Reynolds, marido de Lively, caracterizado como um personagem de Deadpool.

A equipe da atriz expressou forte desaprovação à capa, classificando-a como “escandalosamente insultuosa” e “extremamente ofensiva”.

“O The Hollywood Reporter deveria ter vergonha de si mesmo”.

Em um comunicado enviado à revista “Us Weekly”, um porta-voz da atriz criticou a representação de Blake como agressora, alegando que a imagem reforça estereótipos sexistas sobre mulheres que denunciam assédio no ambiente de trabalho.

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A equipe também questionou a forma como a revista abordou as alegações de assédio sexual, referindo-se a elas como “mal-entendidos culturais”.

A reação de Blake Lively surge em meio a uma batalha legal com Baldoni, onde a atriz alega ter sofrido assédio sexual e retaliação no set de filmagem.

A equipe jurídica da mulher de Ryan Reynolds já havia se manifestado anteriormente, refutando as alegações do advogado de Baldoni de que as acusações de assédio seriam “ultrajantes”.

Em janeiro, a equipe de Lively emitiu um comunicado à revista “People”, enfatizando que as alegações da atriz não se tratam de uma “rixa” ou “diferenças criativas”. O comunicado também criticava as táticas de “culpar a vítima” e “inverter a vítima e o ofensor”, que, segundo a equipe, banalizam as alegações de má conduta grave.





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